Lúcia Macuácua é Empossada na ANJE para Fortalecer o Apoio Jurídico aos Jovens Empreendedores

Advogada experiente e Vice-Presidente do Conselho Provincial da Cidade de Maputo da Ordem dos Advogados, Lúcia Macuácua assume agora o cargo de Diretora do Pelouro Jurídico, Advocacia Institucional e Políticas Públicas da ANJE, trazendo consigo uma visão estratégica para fortalecer a advocacia e apoiar a juventude empreendedora em Moçambique.

“É um sentimento profundo de honra e responsabilidade. Ser escolhida para liderar este pelouro significa assumir uma missão estratégica para a juventude empreendedora, reforçando em mim dedicação, compromisso e coragem para servir com excelência”, afirma Lúcia.

Com experiência sólida em litígios complexos, recuperação de crédito, Direito de Proteção de Dados e tecnologia, Lúcia já atuou em negociações com grandes instituições e na formação de jovens juristas.

O seu papel atual como vice-presidente da Ordem dos Advogados permite-lhe ter uma visão privilegiada das necessidades da advocacia em Moçambique, fortalecendo sua capacidade de articulação institucional e de implementação de mudanças estruturais.

“Toda essa bagagem técnica e de liderança será essencial para unir conhecimento jurídico à capacidade de influenciar e implementar mudanças estruturais”, acrescenta.

Na ANJE, Lúcia compromete-se a defender com ética os interesses da juventude empreendedora, promover um ambiente legal que favoreça a inovação e garantir que a advocacia institucional da associação seja proativa e transformadora.

Pretende também estabelecer canais permanentes de diálogo com órgãos de decisão, promover estudos jurídicos e propor reformas legislativas que simplifiquem a vida empresarial, garantindo que a voz dos jovens seja ouvida e considerada.Entre os principais desafios, Lúcia aponta a necessidade de alinhar a legislação com a realidade económica e social, reduzir a burocracia e superar lacunas regulatórias.

Para isso, planeia impulsionar programas de educação jurídica, criar parcerias para apoio pro bono e defender políticas que desburocratizem o acesso à justiça, especialmente para jovens e pequenos empreendedores.

“Encaro a pressão como um estímulo. Mantenho-me focada na missão e nos resultados, com equipas competentes e prioridades claras”, explica.Um episódio marcante na carreira de Lúcia foi liderar a resolução de um litígio complexo que preservou dezenas de empregos e manteve ativa uma empresa em dificuldades, reforçando a sua convicção de que o Direito é instrumento de transformação social.

Para os jovens, deixa um conselho direto: “Estudem com profundidade, sejam resilientes e aliem conhecimento técnico a sensibilidade social. O sucesso nasce da capacidade de ouvir, negociar e construir soluções sustentáveis.”

Na ANJE, Lúcia sonha com um ecossistema jurídico e regulatório que seja catalisador, e não obstáculo, para o empreendedorismo jovem. No setor jurídico, deseja continuar a inovar, formar novas gerações de juristas e contribuir para um Moçambique mais justo, competitivo e inclusivo.“O Direito, quando bem aplicado, transforma vidas e cria oportunidades. É isso que pretendo fazer pelo país e pelos jovens empreendedores”, conclui.

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