Movimentos Juvenis partidários assumem compromisso de pacificar o processo eleitoral

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Os movimentos juvenis dos partidos políticos no país que se fizeram presente no lançamento da Campanha Nacional – Juventude, Eleições Pacificas e Seguras em Moçambique, uma iniciativa da Organização para Promoção da Paz e Desenvolvimento Humanitário (ORPHAD) e implementada pelo Fórum Juventude, Paz e Segurança apresentaram a vontade expressa de pacificação deste processo eleitoral.

Os representantes da juventude dos movimentos partidários da RENAMO, Nova Democracia e PODEMOS assumiram compromisso de pacificar o processo eleitoral e deixaram os seguintes apelos:

A Renamo apela a transparência na actuação dos órgãos eleitorais e de administração de justiça, como forma de evitar o surgimento de focos de conflitos durante o processo eleitoral.

“Os órgãos eleitorais devem trabalhar de forma transparente, pois não representam apenas um partido, e sim ao povo moçambicano. A Procuradoria, a polícia e os tribunais devem ser transparentes na sua actuação”, disse o representante.

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 Já o PODEMOS apela a justiça em caso de irregularidades no processo eleitoral, e o compromisso da juventude na garantia de eleições pacíficas e ordeiras.

“Como PODEMOS, esperamos que as eleições sejam diferentes, prezando pela justiça. Esperamos eleições justas, pacíficas e ordeiras. Apelamos ao STAE, a CNE e todos os órgãos responsáveis pelas eleições para que caso exista alguma irregularidade durante as eleições, haja justiça, pois todo moçambicano preza por boa governação. Queremos que a juventude viva uma era de justiça, que seja uma sociedade diferente que a paz, o amor e a esperança e a boa governação superabunde a sociedade”, destacou o representante.

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Por seu turno, a Nova Democracia apela aos órgãos de administração eleitoral e a polícia a servirem interesses de Moçambique e espera que estes assumam o compromisso de servir ao cidadão durante o processo eleitoral, frisando que os partidos apelam diariamente a paz e a calma a seus membros e simpatizantes.

“ A juventude nunca foi promotora de violência eleitoral, mas sente-se na obrigação de garantir que o seu voto seja respeitado e quando não acontecem outros meios são usados” disse o mesmo. O representante da Nova Democracia considera o mal das eleições são os órgãos, devendo os mesmos compreender as suas obrigações com o estado.

“Quem faz a fraude é o CNE e STAE, não o jovem, por isso meu apelo primário vai ao CNE, STAE, e a polícia que devem deixar de servir interesses partidários e servir Moçambique” disse o representante que apela ainda aos moçambicanos a fazer valer o poder que detém. 

“Aos jovens, mulheres, idosos e mais novos, continuemos firmes e fortes na convicção de que nos podemos fazer a mudança nos pais, e essa mudança começa connosco, não vamos nos intimidar por armas, nem pelo uso de forca que vá contra nossa vontade, como população moçambicana, estejamos firmes para fazer a diferença nos pais”, concluiu.

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