Kino Caetano inicia mandato no CNJ com diálogo alargado às ligas juvenis partidárias

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O recém-eleito Presidente do Conselho Nacional da Juventude (CNJ), Kino Fernando Caetano, que venceu as eleições com 205 votos contra apenas 04 do seu oponente Jonathan Sulemane, iniciou o seu mandato com um sinal claro de abertura, diálogo e inclusão política juvenil.

Nesta segunda-feira, o Conselho de Direção do CNJ, sob a sua liderança, reuniu-se com os líderes juvenis das ligas partidárias com assento parlamentar e extraparlamentar, num encontro que decorreu num ambiente marcado pela fraternidade, respeito mútuo e diálogo aberto.

Tomaram parte da reunião representantes das principais organizações juvenis ligadas aos partidos políticos do país, nomeadamente Constantino Andre, Secretário-Geral da Organização da Juventude Moçambicana (OJM/FRELIMO); David Carvalho Carvalho, Secretário-Geral Interino da Organização da Juventude do PODEMOS (OJP/PODEMOS); Adérito Maperra, representante da Liga Juvenil do MDM (LJ-MDM); Saquina Jasse, Presidente da Associação da Juventude da ANAMOLA (AJA/ANAMOLA); armando Mahumane , Coordenador Nacional da Liga Juvenil da Nova Democracia.

Durante o encontro, foram debatidas questões centrais ligadas à situação social, económica e política da juventude moçambicana, com particular enfoque nos desafios da empregabilidade, participação cívica e inclusão dos jovens nos processos de tomada de decisão.

Na ocasião, Kino Caetano apresentou a nova abordagem organizacional do CNJ, destacando a criação de pelouros temáticos, concebidos para responder de forma mais eficaz às preocupações da juventude. Entre eles, mereceu especial atenção o pelouro da participação política juvenil, idealizado como um espaço inclusivo de diálogo, envolvimento activo e contribuição directa de todos os líderes juvenis na consolidação da democracia e no fortalecimento da cidadania juvenil em Moçambique.

Segundo o presidente do CNJ, a iniciativa visa ultrapassar divisões partidárias e criar uma plataforma comum onde a juventude, independentemente da sua filiação política, possa participar de forma construtiva no debate nacional e na formulação de propostas que influenciem políticas públicas voltadas aos jovens.

O encontro é visto como um primeiro passo simbólico e estratégico do novo ciclo de liderança do CNJ, sinalizando uma gestão orientada para a unidade, concertação e valorização do papel da juventude como força determinante no presente e no futuro do país.

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