Agostinho Vinte esclarece: “Não tenho conhecimento de nenhum processo”

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O agente das Forças de Defesa e Segurança, Agostinho Vinte, veio a público esclarecer que não tem conhecimento de qualquer processo judicial contra si, após o seu nome ter sido mencionado por fontes do 4Vês Repórter no âmbito das recentes detenções de agentes da Polícia da República de Moçambique (PRM), registadas nesta quarta-feira, no Comando Provincial.

Segundo as informações inicialmente avançadas por fontes anónimas, Agostinho Vinte constaria de uma lista de agentes que estariam prestes a ser detidos no mesmo processo, alegadamente por existirem mandados de captura em seu nome. Contudo, em contacto directo com o 4Vês Repórter, o visado negou categoricamente qualquer envolvimento no caso.

Agostinho Vinte afirmou ter sido surpreendido ao tomar conhecimento da circulação do seu nome associado ao assunto, sublinhando que nunca foi notificado por nenhuma entidade competente sobre a existência de qualquer processo contra si.

“Quero deixar claro que não tenho conhecimento de nenhum processo. Estou a trabalhar, a exercer as minhas actividades normalmente”, declarou.

O mesmo afirma não entender porque fontes do 4Vês Repórter terem mencionado seu nome, suspeitando caso de inveja e raiva de causas desconhecidas pra si. “Estou a trabalhar, sou fácil de localizar seja na cidade de Maputo ou Matola.

Apesar das alegações feitas pelas fontes, que apontavam para a existência de processos e mandados de captura, o agente assegura que não recebeu qualquer comunicação oficial nesse sentido, reforçando que desconhece totalmente os factos que lhe são imputados.

Antes mesmo da entrevista com Agostinho Vinte, o 4Vês Repórter teve acesso, através de outras fontes, a uma carta intitulada “Nota de Esclarecimento”, na qual se denuncia a circulação, nas redes sociais e em alguns órgãos de comunicação social, de informações que citam indevidamente o nome de Agostinho Vinte, associando-o ao assunto.

A referida nota esclarece que não existe qualquer confirmação oficial, por parte do Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC), do Ministério Público ou de qualquer tribunal, que comprove a existência de mandado de captura, acusação formal ou envolvimento do cidadão nos factos mencionados.

O 4Vês Repórter continuará a acompanhar o caso e a aguardar esclarecimentos oficiais das autoridades competentes e dos agentes mencionados, em respeito aos princípios do rigor informativo e do contraditório.

NTAIMO

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