PODEMOS condena assassinato de delegado da ANAMOLA e critica subida dos combustíveis

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O partido PODEMOS manifestou profunda consternação e condenação pelo assassinato de Anselmo Vicente, delegado da ANAMOLA, ocorrido na cidade de Chimoio, província de Manica. Em comunicado, o partido classificou o crime como “bárbaro, macabro e intolerável”, considerando que o acto representa uma ameaça à estabilidade moral, institucional e social do país.

Segundo o PODEMOS, a violência e a criminalidade têm vindo a instalar medo na sociedade moçambicana, razão pela qual exige às autoridades competentes uma investigação séria, transparente, célere e independente, com vista à responsabilização dos autores materiais e morais do crime. O partido entende que o povo moçambicano está cansado do crescimento da criminalidade, da violência e da impunidade sem respostas firmes por parte das instituições do Estado.

No mesmo pronunciamento, o PODEMOS mostrou-se igualmente preocupado com a situação económica e social do país, agravada pela recente subida do preço dos combustíveis. A formação política considera que a medida terá impacto directo no custo de vida das famílias moçambicanas, sobretudo dos trabalhadores, estudantes, pequenos comerciantes, transportadores e cidadãos de baixa renda.

O partido alerta que o aumento dos combustíveis poderá provocar subida do custo do transporte, encarecimento dos produtos básicos, agravamento do custo de vida e redução do poder de compra das famílias.

Apesar de reconhecer algumas medidas de mitigação adoptadas pelo Governo, incluindo o apoio ao transporte público de passageiros, o PODEMOS considera que as acções anunciadas continuam insuficientes para responder à dimensão das dificuldades enfrentadas pelos cidadãos.

Neste contexto, o partido defende uma abordagem mais ampla e socialmente responsável, propondo a redução temporária do IVA sobre combustíveis de 16% para entre 10% e 12%, a revisão da Taxa Sobre Combustíveis com redução mínima de 30%, bem como a diminuição das taxas administrativas ligadas ao armazenamento, logística e distribuição.

O PODEMOS propõe ainda a criação de um mecanismo transparente de estabilização de preços e incentivos à produção nacional e ao transporte colectivo, defendendo que o Estado deve partilhar o peso da crise económica com os cidadãos.

No final do comunicado, o partido reafirma o seu compromisso com a defesa da vida, segurança dos cidadãos, justiça efectiva, dignidade humana e melhoria das condições de vida dos moçambicanos, sublinhando que o país precisa de liderança responsável, instituições fortes e acções concretas que coloquem o cidadão no centro da governação.

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